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28/09/2009
Quem é quem na Rodada de Doha
Genebra, 28/09/2009 – A cúpula do Grupo dos 20 países industriais e emergentes, realizada quinta-feira e sexta-feira nos Estados Unidos, serviu para catalisar os componentes da complicada negociação da Rodada de Doha. O prolongado processo de liberalização do comércio promovido pela Organização Mundial do Comércio. Após esses dois dias de sessões na cidade de Pittsburgh, ficou claro que todos os países em desenvolvimento membros da OMC são a favor da conclusão das negociações em 2010.
Essas 88 nações que através de oito grupos diferentes defendem seus interesses particulares mas que na hora crítica das negociações se fundem em uma só voz, dirigiram uma mensagem ao G-20 reclamando “liderança real e ação enérgica” para tirar a Rodada de Doha do atoleiro. A declaração conjunta dos grupos de países em desenvolvimento que atuam na OMC foi aprovada na semana passada em Genebra e enviada ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que a levasse ao conhecimento dos governantes e de outras personalidades que participaram da reunião do G-20. com esta reação, as nações em desenvolvimento demonstram que não parte delas a oposição a fechar o acordo de Doha no próximo ano.
Roberto Azevedo, negociador-chefe do Brasil junto à OMC, disse à IPS que alguns países industriais haviam pedido para aderir à declaração das 88 nações do Sul em desenvolvimento. Mas isso exigiria uma segunda negociação, mais complexa e prolongada, explicou. Outro ponto de destaque da mensagens transmitida por Lula comprova que os países em desenvolvimento aceitam continuar as negociações com base nos textos apresentados em dezembro. É a primeira vez que um rascunho que está na mesa de negociações conta com apoio da ampla maioria dos membros da OMC, industrializados e em desenvolvimento, disse Azevedo, acrescentando que um grande número de países industriais também apoio o pacote.
O embaixador brasileiro negou-se a comentar as afirmações de alguns especialistas que acompanham de perto as negociações atribuindo aos Estados Unidos uma total rejeição aos rascunhos de dezembro. Mas, “o que posso dizer sem sombra de dúvidas é que ouvi pelo menos de um país frases ou declarações que dizem que o pacote não é suficiente para eles. O que esse país não foi capaz de dizer é o que falta nos rascunhos para seus interesses, e menos ainda o que está disposto a pagar para consegui-lo. É um pouco ingênuo supor que alguém conseguirá concessões adicionais de outros sócios comerciais sem fazer nenhuma de sua parte”.
Nos rascunhos de dezembro, que supostamente os Estados Unidos questionam,ficam pendentes vários aspectos. Na agricultura são mencionadas as objeções norte-americanas às pretensões da Índia no mecanismo de salvaguardas especiais, que lhe permitiria reduzir as importações desse item quando forem contra a sobrevivência de seus camponeses. Em produtos industriais, os Estados Unidos e outros países do Norte reclamam, nos mesmos textos de dezembro, a aplicação de uma política setorial para reduzir a zero as tarifas alfandegárias sobre determinadas atividades manufatureiras. Brasil, China, Índia, África do Sul e outras nações afirmam que tais concessões só podem ser voluntárias.
Embora sem aparente convicção, devido mal-estar em razão da ausência de vontade política dos atores-chave, a OMC elaborou um programa de negociações que inclui reuniões de funcionários de alto nível enviados pelas capitais nos meses de outubro, novembro e dezembro. Outra possibilidade de avançar surge da conferência ministerial que os 153 Estados-membros da com realizarão entre 30 de novembro e 2 de dezembro em Genebra.
Azevedo disse que nos próximos três meses pode acontecer de as partes chegarem a identificar as diferenças que permitiriam fechar um acordo. Outra perspectiva é que se reconheçam as divergências, mas que a brecha seja de uma magnitude que torne impossível um entendimento. Nesse caso, pode-se buscar formas de troca de concessões em outras áreas. Esta variante não exclui a possibilidade de um desacordo total, que paralise a negociação, afirmou.
O último cenário se configura quando se desconhece o tamanho da brecha entre as aspirações dos países. “Essa é, para mim, a pior perspectiva, porque ocorre quando o barco está à deriva”, descreveu Azevedo. “Em minha opinião, este é o cenário que tememos atualmente na Rodada de Doha”, ressaltou. “Se chegarmos a novembro ou dezembro na mesma situação que temos hoje, será muito preocupante. Esse poderá ser o fim da perspectiva de concluir a Rodada de Doha em 2010”, afirmou.
A mobilização desta semana dos países em desenvolvimento membros da OMC entusiasmou negociadores comerciais que viram a possibilidade de insuflar vigor à paralisada rodada. As mesmas fontes asseguraram que Brasília estuda com interesse a possibilidade de convocar uma reunião de ministros desses 88 países em novembro, antes da conferência ministerial da OMC.
Perguntado se esse grupo de nações continuará atuando em coordenação nos próximos três meses, Azevedo disse que “se trata de um grupo muito heterogêneo. Têm interesses negociadores diferentes. É difícil imaginar que esse grupo será harmônico, negociando as mesmas coisas de modo semelhante. Nunca foi o objetivo do grupo nem tampouco houve uma tentativa para se conseguir isso”, ressaltou.
Os 88 países signatários da declaração enviada ao G-20 participam de um grupo homônimo, mas um G-20 de países em desenvolvimento unidos por interesses afins em matéria de agricultura e sob coordenação do Brasil. Outra agrupação é o G-33, que defende posições sobre a agricultura de subistencia. No NAMA 11 agrupam-se países que pretendem sustentar suas indústrias incipientes. O grupo da África, Caribe e Pacífico (ACP) inclui as ex-colônias européias ainda dependentes do comércio com suas antigas metrópoles.
Os países menos avançados (PMA) respondem a uma categoria criada pela Organização das Nações Unidas para identificar as nações com índices mais baixos de desenvolvimento econômico e social. Seguem-se o Grupo Africano, o grupo de economias pequenas e vulneráveis, integrado por Estados insulares e frágeis, e, finalmente, o grupo Algodão-4, formado por Benin, Burkina Faso, Chade e Mali, que reclamam o fim dos subsídios dos Estados Unidos e da União Européia ao cultivo e à exportação dessa fibra, além de compensações pelos danos causados.
Por: Gustavo Capdevila, da IPS.
23/09/2009
Leis para o campo
Com a presença do presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Gentil Pio de Oliveira, foi lançado ontem (22/09), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (Faeg), o programa Mãos que Trabalham. A iniciativa, de caráter nacional, é patrocinada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelas federações de agricultura.
Goiás será o primeiro Estado a implantar o Mãos que Trabalham, envolvendo inicialmente 30 municípios.
Segundo o presidente da Faeg, José Mário Schreiner, o objetivo da iniciativa é o de capacitar o produtor em relação à legislação trabalhista, com foco principal na Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho no Campo (NR n° 31)
Correções
Para José Mário, a partir desse trabalho será possível corrigir falhas nas relações de trabalho no campo, que ocorrem não por má-fé do produtor, mas por deficiência nas informações que detem. “Por desconhecimento, muitas vezes o produtor deixa de cumprir inclusive exigências que são do seu interesse, como o exame de saúde pré-admissional, que é uma garantia para quem emprega”, diz o presidente da Faeg.
O presidente do Tribunal Regional do Trabalho em Goiãs disse não ter dúvida de que o programa Mãos que Trabalham marcará época nas relações trabalhistas no campo.
Segundo Gentil Pio, sabidamente o produtor rural tem grandes dificuldades para cumprir a legislação trabalhista, até mesmo por desconhecer seu conteúdo.
Conforme o presidente do Tribunal Regional do Estado de Goiás, o programa beneficiará o trabalhador, ensejando maior justiça social, e o empregador, melhorando a produtividade de seu estabelecimento com uma maior profissionalização da mão-de-obra empregada.
Fonte: O Popular
23/09/2009
Suíno Vivo
O secretário de Estado da Agricultura, Antonio Ceron, esteve no Japão e Coreia do Sul em uma missão chefiada pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Ivan Ramalho, e pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro Camargo. O encontro ocorreu entre os dias 15 e 17 de setembro com a finalidade de tratar da exportação de carne suína para os dois países.
Durante as reuniões em Tóquio, a comitiva foi acompanhada pelo embaixador do Brasil no Japão, Luiz Augusto de Castro Neves, e recebida pelo diretor-geral do Ministério da Agricultura japonesa, Masayuki Yamashita. Segundo Ceron, as autoridades japonesas informaram que, na questão de regionalização, são utilizados quesitos técnicos e científicos no que se refere à sanidade animal. "O Japão está fazendo estudos muito criteriosos. Haverá mais u ma série de análises antes do envio da equipe técnica a Santa Catarina para uma avaliação final", comenta Ceron.
Para Ramalho, a abertura, ou venda de carne suína catarinense ao Japão é prioridade do Governo Federal na política de intercâmbio comercial entre Brasil e Japão. No encontro, Ceron apresentou um relato da carne suína no Estado mostrando números de produção, exportação e consumo, além da entrega de material escrito, com todos os dados e condições sanitárias.
Neves foi incisivo ao cobrar das autoridades japonesas uma definição para o caso da carne suína de Santa Catarina. Disse que em 2009, a relação entre os dois países (Japão e Brasil) foram boas, exemplificando a entrada da TV Digital no País. Lembrou o embaixador que, em maio de 2009, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) aceitou o conceito da regionalização, ou seja, se um país tem uma região onde garante uma sanidade diferenciada das demais, não há motivos para ter todas as suas exportações proibidas.
As autoridades japonesas afirmaram que a mudança política que está acontecendo no país atrasou o processo. Eles se comprometeram em definir as importações com Santa Catarina assim que haja recomposição do novo governo. "Estamos otimistas porque o Japão precisa do nosso produto e nós o temos com qualidade sanitária exigida e a cadeia produtiva eficiente e organizada", explica Ceron. "Daqui para frente há a necessidade de um acompanhamento constante das negociações", recomenda.
Suíno vivo
GO R$2,50
MG R$2,50
SP R$2,45
RS R$2,22
SC R$2,05
PR R$2,10
MS R$1,90
MT R$2,10
Fonte: Avicultura Industrial
23/09/2009
Frango Vivo
Segundo a Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) do Ministério da Agricultura, as projeções para os próximos 10 anos mostram que o setor de carnes deve apresentar intenso dinamismo e que a carne de frango é a que projeta maiores taxas de crescimento - cerca de 4,2% ao ano até 2019, para uma média anual de 3,5% na carne bovina e de 2,8% na carne suína.
Dessa forma, partindo de uma produção, em 2008, de pouco mais de 11,1 milhões de toneladas de carne de aves, de 10,4 milhões de toneladas de carne bovina e de 3,1 milhões de toneladas de carne suína, a AGE do MAPA sugere que em 2019 o Brasil estará produzindo 17,4 milhões de toneladas de carnes avícolas, enquanto a produção de carne bovina deverá chegar aos 15,5 milhões de toneladas e a de carne suína aos 4,2 milhões de toneladas.
Como se vê, as melhores expectativas continuam depositadas na carne de aves (essencialmente, a de frango). Mas com um índice de expansão bem mais moderado que o observado até agora. Nos últimos 10 anos, por exemplo, o alojamento de matrizes de corte se expandiu à razão de 6% ao ano, a produção de pintos de corte a 6,5% e a produção de carne de frango a 8% ao ano (graças ao aumento de produtividade das linhagens em produção, combinado com a redução do tempo de criação).
Ou seja: se a produção de carne avícola deve, doravante, se expandir à razão de 4,2% ao ano, o ritmo de evolução do alojamento de matrizes de corte e da produção de pintos de corte vai ter que evoluir num ritmo necessariamente menor, mesmo porque os ganhos de produtividade tendem a se intensificar.
Frango vivo
SP R$1,40
CE R$2,35
MG R$1,50
GO R$1,30
MS R$1,30
PR R$1,60
SC R$1,45
RS R$1,50
Fonte: Avicultura Industrial
23/09/2009
Boi Gordo
A arroba do Boi Gordo no Estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 79,20, com a variação em relação ao dia anterior de 0,62%. A variação registrada no mês de Setembro é de 3,75%. (Valor por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP).
O valor da arroba em dólar fechou ontem cotado a US$ 44,05, com a variação em relação ao dia anterior de 1,64% e com a variação de 9,01% no acumulado do mês na moeda norte-americana.
Média ponderada de arroba do boi gordo no Estado de São Paulo - base de ponderação é a mesma usada para o Indicador Esalq/BM&F.
Valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa NPR.
A referência para contratos futuros da BM&F é o Indicador Esalq/BM&F.
Boi gordo
Triangulo MG R$70,00
Goiânia GO R$71,50
Dourados MS R$72,00
C. Grande MS R$73,00
Três Lagoas MS R$71,00
Cuiabá MT R$69,50
Marabá PA R$70,00
Belo Horiz. MG R$74,00
Fonte: Avicultura Industrial
23/09/2009
Soja
A saca de 60 kg de soja no estado do Paraná, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 45,53. O mercado apresentou uma variação de -0,11% em relação ao dia anterior. O mês de Setembro apresenta uma variação de -5,58%.
O valor da saca em dólar fechou ontem cotado a US$ 25,32, com a variação em relação ao dia anterior de 0,88%, e com a variação de -0,82% no acumulado do mês.
Soja
Físico - saca 60Kg - livre ao produtor
R. Grande do Sul (média estadual) R$46,50
Goiás - GO (média estadual) R$43,00
Mato Grosso (média estadual) R$44,00
Paraná (média estadual) R$45,53
São Paulo (média estadual) R$48,00
Santa Catarina (média estadual) R$46,50
M. Grosso do Sul (média estadual) R$47,00
Minas Gerais (média estadual) R$47,00
Fonte: Avicultura Industrial
23/09/2009
Milho
A saca de 60 kg de milho no estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 19,05 a saca. O mercado apresentou uma variação de 0,28% em relação ao dia anterior e de --1,24% no acumulado do mês de Setembro.
O valor da saca em dólar fechou ontem em US$ 10,60, com uma variação de 1,28% em relação ao dia anterior, e com a variação de 3,76% no acumulado do mês.
O Indicador Esalq/BM&F à vista, que tem como base Campinas-SP, distingue-se da média regional de Campinas porque utiliza o CDI como taxa de desconto dos valores a prazo. No mercado físico (média regional Campinas), porém, a taxa mais usual é a NPR. Já os valores a prazo são iguais.
Milho
Físico - saca 60Kg - livre ao produtor
Goiás (média estadual) R$16,00
Minas Gerais (média estadual) R$16,50
Mato Grosso (média estadual) R$12,50
M. Grosso Sul (média estadual) R$16,00
Paraná (média estadual) R$18,00
São Paulo (média estadual) R$19,05
Rio G. do Sul (média estadual) R$20,50
Santa Catarina (média estadual) R$20,00
Fonte: Avicultura Industrial
23/09/2009
Programa de computador calcula ração balanceada para animais
Pesquisadores da área de Medicina Veterinária da Unesp de Araçatuba desenvolveram planilhas eletrônicas que calculam as formulações de rações e de suplementos vitamínicos e minerais de várias categorias de animais. O programa é gratuito e pode ser baixado pelo computador no endereço:
http://www.foa.unesp.br/downloads/categoria.asp?CatCod=4&SubCatCod=138
A planilha eletrônica PPFR (Programa Prático para Formulação de Rações) foi criada para encontrar soluções eficientes para o cálculo das quantidades de alimentos que são necessárias para nutrição dos animais. O software executa o cálculo para a alimentação de frango de corte, poedeiras, codornas, peixes, bovinos de leite e corte, suínos, equinos, ruminantes (gado de corte e leite) e coelhos, entre outros.
O programa também faz formulação de suplementos vitamínicos e minerais, segundo o modelo linear (dietas de custo mínimo) e não linear (dietas de lucro máximo). No caso do gado leiteiro, por exemplo, o programa realiza formulação com base no lucro máximo. Relaciona a ingestão de ração como custo e a produção de leite como a fonte de lucro. A diferença entre a formulação do lucro máximo e produção máxima se torna mais próximas quando o preço do leite aumenta. Quando o preço é baixo e o custo alto, a diferença torna-se mais expressiva entre os procedimentos de formulação.
Na piscicultura o sistema calcula os níveis adequados de aminoácidos, vitaminas e minerais. Os peixes apresentam baixa exigência em energia (tem o sangue frio) e cálcio (não precisam de suporte físico), o que proporcionalmente, precisa elevar os níveis dos teores de proteína e aminoácidos. De acordo com o professor Manoel Garcia Neto, do departamento de Apoio, Produção e Saúde Animal da Medicina Veterinária da Unesp de Araçatuba, “o Brasil é uns dos maiores produtores mundiais de carne. Por esta razão, a formulação de dietas é extremamente importante na economia do sistema de produção, que deseja desempenho, uniformidade, produtividade e maximização do lucro”.
O programa PPFR utiliza o software Excel e permite várias funções como listar, introduzir, alterar e eliminar dados. As dietas formuladas pelo PPFR para aves e suínos seguem as recomendações da Tabelas Brasileiras Para Aves e Suínos, de 2005.
Fonte : Unesp
23/09/2009
Mais fusões de frigoríficos a caminho
A consolidação no setor de carnes no Brasil, que se acelerou de forma excepcional nos últimos dias, ainda não acabou. Outras operações de compra ou fusão envolvendo empresas de menor porte ou em dificuldades financeiras devem ocorrer. Exemplos de empresas que passaram a ser cobiçadas pelos megagrupos são os frigoríficos Minerva, com ações na bolsa, e o Mataboi, de capital fechado.
Ontem, numa espécie de contra-ataque às investidas da JBS-Friboi, a Marfrig, que já tinha comprado a Seara, anunciou o arrendamento de 12 plantas dos frigoríficos Margen e Mercosul e a compra de 51% do Zenda, que processa couros bovinos no Uruguai, por US$ 49,5 milhões. Com os últimos negócios, a JBS terá cerca de 20% da capacidade nacional de abate de bovinos e a Marfrig, em torno de 11%, segundo a Scot Consultoria.
Fonte : Valor Econômico
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