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fonte: redação Aginterp
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  Hoje o Brasil participa com força no cenário mundial, exportando carne suína de qualidade, além e possuir fatores que o torna bastante competitivo em relação a outros países exportadores e a representatividade brasileira em relação a estes, partindo do inicio do processo de exportação, como ocorreu a evolução até os dias de hoje e a tendência para os próximos anos. O trabalho mostra a competitividade alcançada pelo Brasil, após aperfeiçoamento na cadeia produtiva e os índices internos satisfatórios que a produção suína obteve alcançando um lugar de destaque na matriz produtiva do agro-negócio brasileiro.

A suinocultura brasileira, a exemplo de outras cadeias produtivas do agronegócio, cresceu significativamente, nos últimos quatorze anos. Esse crescimento é notado quando se analisa os vários indicadores econômicos e sociais, como volume de exportações, participação no mercado mundial, número de empregos diretos e indiretos, entre outros. A criação de porcos do passado evoluiu também na técnica e no modelo de coordenação das atividades entre fornecedores de insumos, produtores rurais, agroindústrias, atacado, varejo e consumidores. Passou a ser uma cadeia de produção de suínos, explorando a atividade de forma econômica e competitiva.

A prática da suinocultura, o comércio e a exportação e até mesmo a competitividade brasileira é desconhecida em grande escala pelos próprios brasileiros, daí então vem a formulação do problema deste trabalho, o desconhecimento da competitividade das exportações brasileiras de carne suína e as respectivas implicações que essa carência de informações possui nas necessidades de conhecimentos para a tomada de decisão, tanto nos setores público (governamental e terceiro setor) como entre os privados e seus coletivos (associação de empresas, cooperativas etc.), e o número de empregos e a renda que este ramo pode gerar.

Aspectos da suinocultura brasileira

As atividades relacionadas à suinocultura ocupam lugar de destaque na matriz produtiva do agronegócio brasileiro, destacando-a como uma atividade de importância no âmbito econômico e social. Segundo estimativas, mais de 730 mil pessoas dependem diretamente da suinocultura, sendo essa atividade responsável pela renda de mais de 2,7 milhões de pessoas (ROPPA, 2002). Em termos econômicos, a suinocultura não contribui apenas através de sua dinâmica econômica interna, mas também através da geração de divisas via mercado externo.

Nos últimos anos, a suinocultura, no Brasil, tem ganhado ainda mais importância, principalmente no mercado internacional, por algumas vantagens comparativas que tornam a atividade competitiva no cenário externo. Com um sistema produtivo baseado na integração vertical, demanda pelas agroindústrias, e com disponibilidade de insumos básicos para a produção, principalmente de grãos essenciais como soja e milho, e investimentos em tecnologia, a produção de suínos no Brasil apresenta custos inferiores aos principais competidores mundiais. Segundo Batista (2002), o custo de produção brasileiro é de US$ 0,63 por kg, enquanto que nos Estados Unidos, França e Espanha o custo sobe para US$ 0,99; 1,27; 1,18; respectivamente.